A vida secreta dos bebês; Como se formam a audição, a visão e a respiração dentro do útero | Bem Estar

A vida secreta dos bebês; Como se formam a audição, a visão e a respiração dentro do útero | Bem Estar
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O bebê enxerga vultos dentro do útero e, depois, até os três meses de vida, ainda não enxerga direito. A medida que o cérebro vai amadurecendo, é que ele passa a interpretar melhor as cores.

O Bem Estar desta quarta-feira (08) fala sobre a vida secreta dos bebês e mostra imagens impressionantes sobre o que eles fazem ainda na barriga da mãe. Os sentidos do nascer, você sabia que os bebês realmente reconhecem os sons que já escutaram? Estudos mostram que quando a mãe lê algo que o bebê já conhecia, ele se acalma.

E os nossos olhos? Você sabia que os bebês enxergam dentro do útero? Mas por que algumas pessoas nascem vendo o mundo apenas em preto e branco? O geneticista Ciro Martinhago e o ginecologista Dr. José Bento ajudam a entender o daltonismo.

O primeiro sentido a se desenvolver é a audição. Dr. Ciro explica que existem dois tipos de surdez congênita, a surdez condutiva e a neurossensorial.

Na condutiva, o bebê nasce com malformação do ouvido interno, médio ou externo. Esse tipo de surdez também pode ser causado por um trauma. Já na neurossensorial, a criança não tem nenhum problema de audição, ouve bem, mas o cérebro não consegue interpretar os sons. Esses problemas têm a ver com herança genética, mas podem aparecer de forma espontânea também.

Audição é o primeiro sentido a se desenvolver

Segundo Dr. Ciro, o bebê só enxerga vultos dentro do útero e quando sai, até os três meses de idade, não enxerga direito. A medida que o cérebro vai amadurecendo, o bebê passa a interpretar melhor as cores.

Sobre o daltonismo, existem vários tipos e um deles é o das pessoas que só enxergam em preto e branco. Outros têm dificuldade para enxergar verde e vermelho, mas a boa notícia é que já existe um óculos que auxilia os daltônicos a ver as cores.

Os bebês conseguem enxergar na escuridão do útero

Os movimentos respiratórios começam ainda dentro do útero. Segundo o Dr. José Bento, esses movimentos são importantes porque servem como um treinamento para a respiração aqui fora. Eles começam por volta da 32ª semana, mas é possível ver direito no ultrassom a partir da 37ª.

Bebês prematuros nascem com mais dificuldade respiratória porque os pulmões não estão completamente desenvolvidos e porque não tiveram tempo de treinar os movimentos respiratórios dentro do útero.

Enquanto está dentro da barriga da mãe, a troca de oxigênio entre mãe e bebê é feita pelo cordão umbilical, já que os pulmões estão cheios de água. Isso também é importante para lubrificar e expandir o órgão. Quando a criança nasce de parto normal, a via do parto ajuda a expelir a água que fica retida no pulmão e quando o bebê chora, esse esforço também ajuda a expulsar os líquidos, momento em que a criança passa a respirar pelo ar.

Dr. José Bento explica que a criança chora logo após a primeira respiração justamente porque a primeira entrada de ar nos pulmões incomoda.

O pulmão é o último órgão a ser formado dentro do útero

O albinismo é um problema congênito, onde o corpo não produz a enzima tirosinase, envolvida na produção de melanina, substância que dá cor à pele, aos olhos e cabelos. Vários genes alterados estão envolvidos na inatividade dessa enzima.

O albinismo é uma herança de genes recessivos e afeta não só a pele e cabelos, mas pode estar associada a defeitos de visão e à susceptibilidade a queimaduras solares e câncer de pele.

A transmissão da mutação genética relacionada ao albinismo pode ser hereditária quando se trata do albinismo total. Nesse caso, a transmissão é de ambos os pais, o que não significa que o pai ou a mãe sejam albinos, pois o gene é recessivo.

Os albinos não produzem a melanina, substância que dá cor a nossa pele, olhos e cabelos

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