Carioca aproveita ida à praia de Copacabana para se vacinar contra gripe – Notícias

Carioca aproveita ida à praia de Copacabana para se vacinar contra gripe – Notícias
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Estimativa é de vacinar 400 mil pessoas nesse sábado, segundo secretário de Saúde

O dia de sol foi um convite irresistível para os cariocas passearem na beira da praia, mas também para se vacinar contra a gripe. Um posto de vacinação foi montado em um quiosque no calçadão de Copacabana, para atrair moradores e turistas.

O bairro concentra o maior percentual de idosos da cidade, uma das faixas etárias prioritárias entre o público-alvo da vacinação, como a professora aposentada Marília Sartori, que fez questão de se vacinar neste sábado (13), Dia D de vacinação contra a gripe.

— Eu sempre procuro estar imunizada, para o meu próprio bem. Me vacino contra a gripe e qualquer outra coisa. O que eu não quero é ficar doente. Nunca tive nenhum efeito colateral —, disse Marília.

Quem também buscou a vacina no posto à beira-mar foi o motorista Alcimar dos Santos, que toma a vacina há cerca de cinco anos.

— Para mim funciona bem, nunca tive nenhum problema.

Pela manhã, o secretário municipal de Saúde, Marco Antônio de Mattos, acompanhou a vacinação em um posto de saúde na Gávea e ressaltou a importância da imunização. Ele espera que a meta estabelecida pela secretaria para este ano seja atingida.

— A expectativa é que 400 mil pessoas se vacinem hoje. Com isso, a gente atinge a marca de 1 milhão. E a nossa meta é 1,45 milhão de pessoas. Temos até o dia 26 de maio para completar. Aproveitem o sábado e tragam nossas crianças e nossos idosos para tomar a vacina —, disse Mattos.

Além do quiosque montado em Copacabana, cedido pela concessionária Orla Rio, outros 500 locais na cidade funcionaram como postos, incluindo igrejas, escolas e associações de moradores.

Quem deve tomar a vacina

Desde o dia 17 de abril, a vacina contra a gripe está disponível nos postos de vacinação. Devem se vacinar crianças de 6 meses até 5 anos; pessoas com 60 anos ou mais; trabalhadores de saúde; povos indígenas; gestantes, puérperas (mulheres no período até 45 dias após o parto); população privada de liberdade; funcionários do sistema prisional, pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis ou com outras condições clínicas especiais, além dos professores – que são a novidade deste ano.

Portadores de doenças crônicas não transmissíveis, que inclui pessoas com deficiências específicas, devem apresentar prescrição médica no ato da vacinação. Pacientes cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do SUS deverão se dirigir aos postos em que estão registrados para receber a vacina, sem a necessidade de prescrição médica.

A escolha dos grupos prioritários segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS). Essa definição também é respaldada por estudos epidemiológicos e pela observação do comportamento das infecções respiratórias, que têm como principal agente os vírus da gripe. São priorizados os grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias.

A meta, neste ano, é vacinar 90% do público-alvo até o fim da campanha. De acordo com Ministério da Saúde, a vacina demora, pelo menos, 15 dias para fazer efeito, por isso a importância da vacinação o quanto antes para evitar o contato com o vírus.



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