Risco de febre amarela deixa faculdade sem aula em BH – Notícias

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As aulas e as atividades administrativas do Cefet-MG (Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais), em Belo Horizonte, foram suspensas nesta quinta-feira (9). A medida foi adotada para que a instituição recebesse inseticida, depois que um macaco contaminado com febre amarela foi encontrado nas redondezas da unidade que fica no bairro Nova Gameleira, na região oeste da capital.

De acordo com a direção da instituição de ensino superior, técnico e médio, a suspensão das atividades no campus dois foi necessária para evitar possíveis problemas como alergias na comunidade acadêmica durante o processo de pulverização espacial UBV, popularmente conhecido como “fumacê”. A aplicação do remédio foi uma recomendação do Centro de Saúde do bairro Cabana, depois que dois micos foram encontrados mortos na região.

Saiba quem deve se vacinar

Um dos animais foi estava em uma esquina, há um quarteirão do prédio do Cefet. Embora ele tenha sido eletrocutado em fios de alta-tensão, o corpo do macaco foi recolhido e passou por exames que comprovaram a contaminação por febre amarela.

Segundo nota da unidade de educação, as atividades estão paralisadas apenas nos turnos da manhã e da tarde. No período da noite, os cronogramas serão seguidos normalmente.

Surto

O levantamento divulgado pela Ses (Secretaria de Estado de Saúde), nessa terça-feira (7), aponta que 93 municípios mineiros registraram mortes de macacos infectados com febre amarela, em 2017. Em Belo Horizonte, 16 animais foram recolhidos, mas de acordo com SMSA (Secretaria Municipal de Saúde), a doença foi confirmada em dois deles. O último foi encontrado na região oeste nesta segunda-feira (6). O primeiro foi registrado na região Venda Nova, em fevereiro. Embora exista as notificações envolvendo os micos, até o momento, não há registro de seres humanos infectados na capital mineira.

A SMSA ressalta que os macacos não transmitem febre amarela e, assim como os humanos, também são vítimas. A doença é transmitida para humanos quando um mosquito das espécies Haemagogus e Sabathes picam a pessoas após picar um primata não humano contaminado. Desse modo, a morte de macacos é um indicador importante de possíveis áreas de proliferação às quais o poder público deve voltar as atenções. Em ambiente urbano, a doença também pode ser transmitida pelo Aedes aegypti. Em Minas Gerais, até o momento, não há relato de contaminação em áreas urbanas.



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